Um brinde ao nosso primeiro encontro! Enche sua xícara, taça ou copo e senta aqui:

    A falta de tempo da modernidade se mostrou uma ilusão perfeita para que as pessoas parassem de observar a si mesmas. A interconexão online criou um abismo na conexão olho no olho, lado a lado e nesta transição muita sabedoria que já se encontrava ameaçada pelas novas demandas sociais se perderam de seus propósitos.

    A complexidade do Ser mulher foi desmembrada em diferentes culturas e no ocidente fomos convidadas a ocupar diferentes papéis através dos anos, norteadas socialmente para o consumo. Na balança entre ser consumidas e consumir a mulher lutou para manter a sabedoria ancestral viva e hoje todo movimento de resgate da sabedoria tem que conviver com as distorções do consumo.

    Foram criados manuais, passo a passo, novas regras para conhecimentos antigos, produzimos infinitos guias definitivos para ensinar a mulher livre o que é liberdade. Na corrida para alcançarmos nossas lobas internas, montamos armadilhas brilhantes de ecos desconexos sobre como acessar nossa sabedoria interna. As redes sociais e a forma como as informações são entregues, criaram redes de histórias, que nos lembram dos ventos selvagens na nossa nuca, mas também enroscam nossas patas, nos derrubando em cima de nós mesmas.

    Está tudo bem, isso faz parte do processo, muita coisa ainda vai mudar, tudo isso em todas as áreas é só o começo. O potencial de ampliar nossa voz é diretamente proporcional ao risco de ser perder em ecos vazios daquelas que não suportam mais o silêncio que faz no nosso salão interno da verdade.

    Este oceano é um pouco mais complexo de navegar quando somos mulheres, porque além dos desafios inerentes a qualquer ser social, nos deparamos com os recortes de gênero, raça e dinâmica de poder que invisibilizaram e nos destituíram de poder por toda uma existência.

    A busca por uma experiência radical de autoconhecimento pode virar uma brincadeira de “correr atrás do próprio rabo” se não tiver em sua estrutura o componente da continuidade e a disciplina e nada que nos motive mais a se manter atento do que o prazer.

    Vender um momento que vai unir consciência na construção da autonomia de uma mulher para que ela se conecte com seu potencial de prazer e mantenha um ritmo de posicionamento diante de qualquer circunstância seja no trabalho, no relacionamento, na família evitando o acúmulo de estresse, ansiedade e uma série de adoecimentos que tem suas raízes na saúde mental é no mínimo um projeto audacioso, inclusive questiono qualquer profissional que venda um combo com tais componentes.

    Eu, Alana Sousa e Lua Zurita construímos uma vivência de prazer que vai criar espaço para você acessar a consciência proposta acima. Não posso te vender o que já é seu, mas posso oferecer meus conhecimentos e meu tempo para caminharmos juntas até o seu tesouro interno.






Comentários

  1. Já tem a primeira atividade da vivência lá no Instagram. Informações sem ação, vira apenas ruído mental.

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  2. É verdade. Neste cenário atual em que é fácil ceder a caminhos mais fáceis para aliviar dores, faltas e frustrações, muitas vezes aproveitadores vendem algo e rotulam como "autoconhecimento'. Por vezes é uma ofensa para algo tão divino e mágico; falta simplicidade, e o olhar verdadeiramente para dentro. Para nossa sorte, existem pessoas como vocês com ideias brilhantes, que constroem ferramentas com verdade, conhecimento e coração, que podem nos levar da melhor maneira ao verdadeiro autoconhecimento. Que lindo, meninas! Admiro muito o poder de vocês, e a transformação deste poder em ferramenta para que nós possamos nos (re)descobrir! Parabéns!

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